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João Pedro preside audiência pública e fala sobre a recuperação turística de Angra
Representante do DNIT foi sabatinado pelo parlamentar
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As obras que estão sendo realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) na Rodovia Rio-Santos no entorno da cidade de Angra dos Reis, no Sul fluminense, ficarão prontas em 40 dias. A garantia foi dada pelo engenheiro-responsável Wanderson Lopes da Silva, representante do Dnit que esteve presente na audiência pública realizada pela Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Rio, nesta quinta-feira (04/02). “Nossa maior preocupação é a segurança dos turistas e a garantia de que Angra permaneça com uma imagem confiável e segura. Pairavam dúvidas sobre as condições de tráfego para os visitantes da cidade que utilizam a Rio-Santos, mas o engenheiro deixou claro que as obras emergenciais, que estavam estancadas devido às chuvas, foram feitas e que hoje há total segurança para quem transita nela”, analisou o presidente da comissão, deputado João Pedro (DEM). Lopes da Silva também respondeu perguntas feitas pelos participantes da audiência sobre a obra do trecho que liga Santa Cruz, bairro da zona Oeste do Rio, a Itacuruçá, em Mangaratiba.
Segundo ele, este é o trecho “mais complicado e demorado” pelo fato de a obra ser dividida em três partes: restauração, duplicação e complementação. Ele disse também que a intervenção nesse ponto ficará pronta um pouco mais tarde, em julho deste ano. “Estamos dando prioridade aos 30 pontos de risco que existem no trajeto da Rio-Santos e ao entorno de Angra. Ainda temos seis meses para concluir a obra e estamos trabalhando para que o prazo seja cumprido”, esclareceu. O engenheiro comentou que a demora deverá ocorrer porque a duplicação é um processo lento. “Primeiro, estamos fazendo os consertos pontuais e a duplicação. Em seguida, faremos a complementação, com a construção de passarelas, pontos de iluminação e a implantação de agulhas”, avisou. “Tenho uma preocupação também com essa duplicação, que é uma obra que não acaba nunca, morosa, que se arrasta por muito tempo. Espero que o mesmo não ocorra com a duplicação entre Itacuruçá e Paraty”, declarou João Pedro.
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